O que NÃO fazer na Black Friday!

O que NÃO fazer na Black Friday!

A Black Friday, uma das datas comerciais mais esperada de todo o ano pelos varejistas do Brasil, já está se aproximando. E, hoje, chegamos ao nosso último conteúdo sobre a temática. 

Ao longo do último mês, já te contamos um pouquinho sobre como preparar o seu e-commerce para faturar ao máximo e mostramos as melhores práticas de pós-venda para encantar e fidelizar os seus clientes, por exemplo. Não deixe de checar esses conteúdos para ficar por dentro. 

E, para fechar com chave de ouro, elencamos tudo o que NÃO fazer na Black Friday. Essa lista te mostrará os piores erros que você pode cometer — e que podem impactar nas suas vendas e, principalmente, na satisfação de seu público. 

Quer lucrar na Black Friday em todo seu potencial? Então continue com a gente. 

E aí, o que NÃO fazer na Black Friday do seu negócio?

Não estabelecer metas específicas e objetivos claros

Assim como você provavelmente já faz — ou deveria fazer — para as datas comemorativas, como Natal, Dia das Mães, etc., é necessário que a Black Friday também seja pensada em termos de projeção de vendas. Esse é o primeiro passo para se organizar em relação ao estoque e demais pontos de sua loja. 

Um boa pesquisa sobre a probabilidade de crescimento das vendas no contexto geral é fundamental, assim como um levantamento de dados do seu negócio nos últimos anos. Dessa forma, você e sua equipe conseguirão prever o cenário de 2019 e ajeitar o que for preciso para que tudo saia da melhor forma possível. 

Se esse passo for deixado de lado, você já começará os seus planos a partir de uma grande falha de estratégia. 

E não se esqueça: estabelecer metas de objetivos, além de ser imprescindível para o seu planejamento, é também uma forma de motivar a sua equipe a trabalhar com mais esforço e entregar melhores resultados. Todo mundo sai ganhando! 

Não oferecer promoções e descontos relevantes

Com o contínuo crescimento da Black Friday no país, fato é que alguns comerciantes surfaram na onda de forma incorreta. Atualmente, existem inúmeros relatos de consumidores que passaram por fraudes na data, adquirindo produto com falsos descontos e, ainda, passando por péssimas experiências. 

O PROCON, Programa de Proteção e Defesa do Consumidor que existe em cada estado, anualmente divulga listas de sites não confiáveis e, mais do que isso, dá dicas frequentes para evitar fraudes e realiza monitoramento de preços. Ou seja: a situação já chegou em níveis alarmantes em alguns momentos. 

Por isso,  para conquistar seu público e fazer a diferença frente ao mercado, não cometa o mesmo erro que muitos: é importante que as fraudes estejam em sua lista de o que não fazer na Black Friday. 

Ofereça promoções relevantes, descontos combinados, preços realmente interessantes. Para isso, você pode até realizar um levantamentos de seus produtos e serviços mais procurados, fazer combinações de produtos para diminuir os preços, etc. 

Não preparar o seu estabelecimento — físico e virtual

Não importa se o seu comércio é físico ou virtual: é fundamental que a estrutura que você oferece para seus clientes esteja adequada e organizada para receber os grandes fluxos que a Black Friday costuma proporcionar. 

No caso das lojas virtuais, não deixe de lado a importância de preparar o seu e-commerce para o volume de acessos que vai acontecer. Com tempo e planejamento, todas as questões críticas e sensíveis podem ser resolvidas. Nesse sentido, verifique: 

  • o tempo de carregamento das páginas;
  • possíveis bugs;
  • formas de pagamento disponíveis e a aderência delas (qual o método mais utilizado? Como você pode melhorar para a data?);
  • SEO (as configurações estão corretas e atualizadas?);
  • usabilidade e entendimento das categorias, formas de pagamento, filtros, etc. Ou seja: a experiência do usuário.

É imprescindível confiar essa tarefa a uma equipe competente, afinal, cada um desses pontos pode se tornar um grande gargalo e influenciar diretamente no seu faturamento. 

E, para você que gerencia uma loja física, também separamos o que deve ser considerado para ordenar o negócio:

  • organização e limpeza;
  • layout da vitrine;
  • arrumação dos produtos de acordo com as promoções e intenção de compra do público;
  • identidade visual para as peças de divulgação;
  • reposição constante de produtos por parte da equipe. 

Não treinar as equipes envolvidas (ou seja, todas!)

Para datas que movimentam o comércio, é indispensável que toda a equipe de seu negócio esteja na mesma página, funcionando em harmonia e entregando o melhor trabalho possível — isso é necessário para que os objetivos sejam cumpridos e todos sejam recompensados.

A Black Friday não foge à regra. Seja a sua loja virtual ou física, fato é que o marketing, vendas, logística e demais áreas devem estar em conformidade para que todo o potencial de saída de produtos seja atingido. 

É um grande erro, portanto, não treinar suas equipes. Compartilhe as expectativas, metas, objetivos, speech de atendimento, práticas de entrega, pós-venda e tudo aquilo que julgar necessário para um planejamento redondo e completo. 

Não organizar a logística 

Já contamos aqui no blog que a Black Friday só acaba quando o pós-venda é finalizado, e não no momento da compra em si. Afinal, após a aquisição do produto ou serviço, o seu cliente ainda precisa receber as compras em casa e, ainda, pode ter algum feedback para repassar à sua empresa. 

Tendo isso em vista, não se esqueça, portanto, da importância da organização logística para a Black Friday — se o seu negócio trabalha com entregas, claro. E, nesse sentido, o planejamento com antecedência é melhor forma de evitar erros. 

Se sua equipe se organizar com tempo, é possível encontrar parcerias com fornecedores que oferecem melhores condições, por exemplo. Assim, além de gastar menos, você consegue proporcionar para os seus clientes um frete mais em conta. 

Trabalhando com um gasto menor na logística, você ainda tem mais margem para trabalhar as promoções e descontos oferecidos para o público, saindo na frente da concorrência e causando uma impressão melhor nos clientes. 

Não realizar o gerenciamento de seu estoque

Não gerenciar o seu estoque da maneira correta é, sem dúvidas, um dos grandes exemplos de o que não fazer na Black Friday. Afinal, toda a sua estratégia de descontos e precificação tem de ser feita com base no estoque. Para além disso, a logística também é pensada nos produtos que você tem ou não disponíveis. 

Assim, um bom gerenciamento faz-se fundamental. Confira algumas dicas abaixo para realizá-lo da melhor maneira: 

  • faça um levantamento de quais são os produtos que mais têm saída no seu negócio;
  • não coloque grandes descontos em produtos que podem lhe gerar prejuízo;
  • entenda a regra da precificação: seu produto deve ficar mais caro de acordo com a sua margem de lucro. Quanto maior a margem, mais caro ele fica;
  • leve em consideração o preço base dos produtos. Produtos mais baratos podem lhe dar mais margem de desconto.

E, finalmente, não pensar no seu cliente!

O foco na experiência do cliente deve ser uma regra frequente para seu negócio. Mas, em datas comerciais de grande fluxo, essa questão torna-se ainda mais sensível. Afina, frente a uma série de descontos relevantes, o consumidor toma sua decisão baseado, principalmente, na experiência que cada fornecedor pode proporcionar. 

Sendo assim, te contamos que não pensar na experiência do cliente, apesar de fechar a nossa lista de dicas, é, certamente, um dos principais pontos de o que não fazer na Black Friday. Afinal, se o seu público não é o seu foco, para quem você está vendendo? 

Com esse cenário em vista, elencamos algumas recomendações importantes para você vender ainda mais neste artigo sobre experiência do cliente na Black Friday. Não deixe de tomar nota de tudo aquilo que faz sentido para o seu negócio. 

E aí, você tem mais alguma dicas sobre o que não fazer na Black Friday? Conte para a gente nos comentários!